No congelador, havia meio choco grandão, meio saco de ervilhas e ainda meio de cenouras baby... Na panela de pressão deitei 1 fio de azeite, 2 dentes de alho picados, 1 cebola roxa picada e 6 rodelas de chouriço partidas em 3.
Deixei aquecer o azeite e juntei o meio choco cortado em cubos.
Mexi e deixei tomar cor.
Juntei o meio pacote de ervilhas congeladas, o meio pacote de cenouras baby, 100g de cogumelos secos Funghi Porcini (estiveram 20 minutos de molho, em água morna), uma mão cheia de camarões descascados e envolvi tudo com umas borrifadelas de brandy.
Temperei com pouco sal, alguma pimenta e um pouco de colorau.
Tapei a panela de pressão e contei 10 minutos depois de apitar.
Destapei a panela, juntei 1 lata de feijão preto escorrido, envolvi bem e deixei apurar.
Polvilhei com muitos coentros picados e rectifiquei os temperos.
Acompanhei com uma salada de alface.
Esta combinação, um tanto ou quanto inesperada, deu numa agradável surpresa!
Que bela paparoka esta! Saem sempre coisas tão boas da tua cozinha, como esta feijoada que está magnífica!
ResponderEliminarbeijinhos
Que delícia que deve ter ficado!
ResponderEliminarBjs e boa semana
E ficou uma bela feijoada ,bem apetitosa.
ResponderEliminarBeijinhos
Anna Linda, mas que feijoada!!!
ResponderEliminarNão é de esperar outra coisa da tua cozinha,tudo se aproveita.
bjs
Anna que boa feijada é mesmo tua maravilhosa um beijo. Natércia...
ResponderEliminaradoro feijão preto...
ResponderEliminarposso ir jantar contigo?!
bjs :)
Tenho 2 chocos com tinta congelados...deste-me uma ideia!!!
ResponderEliminarMais um pratinho á la Anna.
ResponderEliminarDesta vez fiquei contente: não untaste camarão! lol
ai meu Deus...estou tentando descobrir o que é choco...
ResponderEliminarBeijos da Ana.
Tem graça hoje tb fiz feijoada de choco mas, com feijão branco,é sem dúvida um petisco de se lhe tirar o chapéu , bjs
ResponderEliminarAna, espreita os chocos grelhados aqui: http://cozinhadanna.blogspot.com/2008/03/chocos-grelhados.html
ResponderEliminarDá para veres o que são os chocos...
Beijos.
Que receita diferente de feijoada...diversa daquela que preparamos no Brasil....quero provar.
ResponderEliminarBjs.
tem muito bom aspecto, dreve ser delicioso!
ResponderEliminarjá agora, que raio é "wok"??
(santa ignorancia, a minha!!)
Oi Anna! O prato me parece delicioso!!
ResponderEliminarSabe que estava discutindo com um amigo de Setúbal e ele ficou afirmando para mim que a feijoada tradicional de feijões nasceu em Portugal, e eu teimando de cá que ela nascei aqui no Brasil no tempo Colonial com os restos de alimentos dos portugueses da casa grande (que é o que aprendemos na escola)... sabes o certo?
beijinhos!!
Oi!! Obrigada pela visita! Adorei seu blog e suas receitas. Super criativas e deliciosas.
ResponderEliminarBjs ;)
Nossa, essa feijuca é novidade pra mim, adorei!!
ResponderEliminareu gostei muito da tua feijoada... já comia um prato amanhã ao almoço.
ResponderEliminarQue delicia, fiquei de agua na boca. Nunca experimentei fazer feijoada de choco com feijão preto...Anotada para uma proxima oportunidade.
ResponderEliminarBjokas
Ana
Olha Gi, eu também não sei bem a origem da feijoada que se perde nos tempos. Penso que a tua versão dos tempos coloniais do Brasil está correcta, mas sabe-se lá...
ResponderEliminarBeijocas.
Anna. Realmente inesperada.
ResponderEliminarFeijoada surgiu com os escravos brasileiros que só tinham feijão preto e partes do porco que os senhores não queriam. Pés, Rabo, Orelha e etc.
No meu blog tem uma receita poética de feijoada. Passe lá.
Bjs
fyi
EliminarPor desinformação histórica e sem fundamento na tradição culinária brasileira, muitos acreditam que a feijoada nasceu na senzala, entre o período da Colônia e do Império. Seria um prato criado pelos escravos com os “restos” do porco, ou seja, as partes “desprezadas” pelos senhores dos engenhos de açúcar, fazendas de café e minas de ouro: orelha, focinho, pé, rabo e língua. Verbetes de dicionários e livros de cozinha nacionais difundem essa crença. Nada mais errado. Quando os portugueses colonizaram o Brasil, trouxeram receitas que formaram a base da cozinha nacional. Algumas tinham como matérias-primas justamente orelha, focinho, rabo e língua do porco. Ao contrário da lenda, essas partes nunca foram consideradas “restos”. Eram apreciadas pelos nossos ancestrais, que as julgavam verdadeiras iguarias. Alguns pratos da cozinha regional portuguesa continuam a usar os mesmos ingredientes.