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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Gelatina com Iogurte (Trilogia 173)

Nesta 173ª semana, o Luís arranjou uma maneira airosa e simpática para nos chamar de gordos.
Assim, disse ao Amândio e a mim para cuidar da linha...
E lá fui eu a uma sobremesa sem adição de açúcar, nem ovos nem natas!!!!


Preparei gelatina de framboesa com 2 saquetas de pó dissolvidas em 200 ml de água a ferver.
Juntei-lhe também 200 ml de água gelada.
Finalmente, misturei-lhe 3 iogurtes gregos com pedaços de frutos vermelhos.
Misturei muito bem.


Levei ao frigorífico de um dia para o outro para solidificar bem.
Decorei com framboesas.


Servi, bem fresco, em tacinhas.


Bonita e deliciosa!

quarta-feira, 22 de março de 2017

Tigelada (Trilogia 167)

Esta 167ª trilogia foi comandada pelo Luís que nos disse «Comeres daqui e dali»...
Saiu uma tri completa com um prato de outros do mar (do Amândio), um prato de carne (do Luís) e, por fim, a minha sobremesa...

A Tigelada é dali, da Beira Baixa, mas come-se por aqui com muito agrado!


Untei um tacho de barro com azeite e levei-o ao forno bem quente.
Entretanto, bati com 1 colher de pau, 7 ovos com 500 g de açúcar amarelo, 1 colher de sopa de mel e a raspa da casca de 1 limão.


De seguida, juntei 2 colheres de sopa mal cheias de farinha e envolvi muito bem 1 litro de leite.
Sem retirar o tacho quente do forno e, com a ajuda de uma concha, deitei-lhe a mistura.


Deixei cozer até ficar com a consistência de pudim  (cerca de 40 minutos).


Servi, cortado em fatias, em tacinhas de barro.


sábado, 2 de maio de 2015

Lemon Curd

Foi o 1º que fiz... é mais fácil do que pensava!!!!


1 - Lavei bem 5 limões.
2 - Num tacho, coloquei 125 g de manteiga sem sal, 2 chávenas de chá de açúcar, a raspa e o sumo dos 5 limões.
3 - Deixei sobre o lume brando, até ferver, mexendo com a colher de pau para dissolver.
4 - Ferveu durante 3 minutos.
5 - Retirei do lume.
6 - Numa taça, bati 6 ovos inteiros com a vara de arames.
7 - Deitei, em fio, sobre os ovos batidos a mistura de limão, envolvendo com a vara de arames.
8 - Voltei a deitar no tacho e levei ao lume mexendo sempre até a mistura engrossar, mas sem deixar ferver.
9 - Coloquei nos frascos, deixei arrefecer, coloquei as tampas e guardei no frigorífico.



sábado, 18 de abril de 2015

Pudim de Laranja

Tem coisas tão boas e simples como este pudim!!!


Misturei, com a batedeira:
5 ovos inteiros;
1 chávena (de chá) de açúcar;
1 chávena (de chá) de sumo de laranja;
2 colheres (de sopa) de amido de milho (maizena).

Levei ao forno, em banho-maria, em forma com caramelo, durante mais ou menos, 45 minutos.
Desenformei, deixei arrefecer e levei ao frigorífico.


domingo, 11 de janeiro de 2015

Bavaroise de Café

Hoje fiz com gelatina de ananás, mas continuo a preferir a de laranja...


Misturei o pó de uma saqueta de gelatina de ananás com 1 colher de sopa de café solúvel e 5 colheres de sopa de açúcar.
Bati com 5 gemas de ovos e juntei meio litro de leite meio gordo, levando ao lume até levantar fervura (mexendo com a colher de pau).
Retirei do lume, deixei arrefecer e envolvi  as 5 claras batidas em castelo. 
Levei ao frigorífico em forma passada por água fria, de um dia para o outro.
Desenformei.


Ficou bem bom e bonito também!


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Mousse de Chocolate com Natas (Trilogia 145)

Foi o Amândio quem nos disse, ao Luís e a mim, Comida de Festas, nesta 145ª semana trilógica...
Depois dos maravilhosos bacalhaus, haverá uma tacinha de mousse de chocolate bem fresquinha e feita com a alegria  que as festas pedem.


Derreti 200 g de chocolate preto, em barra, com 2 colheres de sopa de manteiga.
Misturei-os bem, com uma colher, para obter uma mistura homogénea.
Bati 7 gemas de ovos com 6  colheres de sopa de açúcar.
Juntei-lhes a mistura de chocolate derretido com a  manteiga, mexendo  bem.
Bati 1 pacote de 200 g de natas e misturei-o na mistura anterior.
Finalmente, envolvi as 7 claras batidas em castelo firme, deitei a mistura  numa taça grande e levei-a ao frigorífico de um dia para o  outro.


Juntar as natas tornou o sabor do chocolate bem mais suave e aumentou a quantidade na taça (o que combina com a palavra festa)...



sexta-feira, 14 de junho de 2013

Mousse de Chocolate

Esta mousse ia sendo a trilógica da última 4ª feira, não fossem aparecer os Beijinhos.
É simples e rápida, mas deliciosa de sabor e textura…


Derreti 200 g de chocolate preto com 1 colher de sopa de manteiga.
Entretanto bati, até obter um creme fofo e esbranquiçado, 6 gemas de ovos com 6 colheres de sopa de açúcar.
Juntei-lhe o chocolate derretido com a manteiga (transformei-os num creme homogéneo com a colher de pau) e misturei bem.


Por fim, envolvi as 6 claras batidas em castelo firme.
Deitei a mousse numa taça que levei ao frigorífico umas horas antes de servir.


Se contar o tempo de frigorífico não lhe poderei chamar de rápida... pois não!


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Branco e Negro (Trilogia 129)

Quando o Luís disse Antípodas, ao Amândio e a mim, eu pensei nos sinónimos da palavra, oposto e contrário.
Fiz um branco e negro que é, também, um quente/frio...


Comecei por misturar 2 pacotes de natas com uma lata de leite condensado.
Coloquei numa forma retangular, passada por água fria e levei ao congelador, de um dia para o outro.
No dia seguinte, desenformei e reguei com a seguinte calda quente:
derreti 100 g de chocolate de barra com 2 colheres de sopa de natas, misturando bem.


Não parece mesmo um urso polar?

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Mousse de Laranja (Trilogia 128)

Hoje é a laranja quem comanda esta trilogia com o Amândio e o Luís, como sempre, há 128 semanas de trilogias consecutivas...


Bati 3 gemas de ovos com 6 colheres de sopa de açúcar, até obter um creme espesso.
Juntei-lhe o sumo de 4 laranjas, mexendo para dissolver bem.
Deitei esta mistura num tacho e levei ao lume. em banho-maria, mexendo sempre com uma vara de arames (tendo o cuidado de não deixar o banho-maria ferver), até o creme engrossar.
Retirei do banho-maria e deixei arrefecer.
Finalmente, envolvi as 3 claras batidas em castelo.
Levei umas horas ao frigorífico para ficar bem gelada.


Difícil mesmo foi ser paciente e saber esperar que o creme engrossasse...


quarta-feira, 27 de março de 2013

Pudim de Ovos e Laranja (Trilogia 125)

E nesta 125ª semana de trilogias tocou-me a mim dizer ao Amândio e ao Luís o tema...
E foi pudim, assim sem mais!


Bati 10 ovos inteiros com 450 g de açúcar.
Misturei o sumo de 2 laranjas e a raspa de uma delas.
Levei ao forno, em banho-maria, numa forma barrada de caramelo, até cozer.
Desenformei quando estava morno e levei ao frigorífico.
Servi bem fresco, em fatias regadas com o molho de caramelo que se formou.

É tão simples de fazer, como quanto ficou de delicioso...


quarta-feira, 6 de março de 2013

Mousse de Chocolate e Queijo Fresco (Trilogia 122)

É a 122ª semana trilógica e o tema é o queijo fresco que eu mesma disse ao Amândio e ao Luís...


Coloquei 2 folhas de gelatina de molho, em água fria.
Parti 200 g de chocolate preto, em barra, aos pedacinhos, juntei-lhe 50 g de manteiga sem sal e uma chávena de café bem quente.
Derreti em banho maria, mexendo com uma vara de arames, até estar bem derretido e conseguir um creme homogéneo.
Escorri a gelatina e juntei-a ao creme, continuando a misturar bem com a vara de arames.
Bati 250 g de queijo fresco com 150 g de açúcar e, quando ficou em creme, misturei-lhe o de chocolate.
Levei ao frigorífico.
Acompanhei com morangos cortados aos quartos.


Sabores fortes, o do chocolate e do café, foram contrabalançados pela frescura e suavidade do queijo fresco...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pudim com Vinho do Porto (Trilogia 120)

Nesta 120ª semana (TANTAS!!!!) o Luís quis que visitássemos o Amândio na sua cidade.
Fiquei pela sobremesa, com vinho do Porto (CLARO!!!), para adoçar os 2 companheiros de tris (como se eles precisassem)...


Numa tigela grande, bati muito bem, 11 gemas com 1 ovo inteiro.
Juntei 12 colheres de sopa de açúcar e misturei bem.
Misturei também 3 colheres de sopa rasas de farinha e 1 cálice de vinho do Porto.
Finalmente, adicionei meio litro de leite aquecido, mexendo durante algum tempo com a colher de pau.
Deitei o preparado numa forma barrada com caramelo e levei-o a cozer em banho maria, durante cerca de 1 hora.
Desenformei quando arrefeceu.


Delicioso, ele...


terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Rabanadas do Convento

As rabanadas são a minha perdição, no natal e não só...
Quando encontrei estas não fritas, soube logo que teria de experimentá-las...
A gulodice por doce de ovos não perdoaria!


Cortei 1 pão de forma, com 2 dias, em fatias com cerca de 1 dedo de espessura.
Num tacho, deitei 2 dl de água, 300 g de açúcar, 1 pau de canela, 2 tiras de casca de limão, 1 colher de sopa de manteiga, outra de mel e uma pitada de sal.
Mexi bem, até ferver e formar uma calda pouco espessa.
Retirei do lume, juntei 1 cálice de vinho do Porto e deixei arrefecer.


Bati ligeiramente 9 gemas com 1 garfo.


Embebi as fatias de pão na calda de açúcar e depois nas gemas batidas.


Entretanto, levei ao lume 700 g de açúcar e 0,5 l de água.
Deixei ferver para obter uma calda de ponto fraco.
Introduzi as fatias nesta calda a ferver, como se fosse para fritar, virando-as dos 2 lados.
À medida que ficaram prontas, coloquei-as num pirex fundo.
Reguei as rabanadas com a calda bem quente, à qual juntei também 1 cálice de vinho do Porto.


Na próxima vez, cortarei as fatias mais finas e usarei mais 1 gema de ovo...
Mas não restam dúvidas que estas serão as rabanadas eleitas!



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pudim de Chá (Trilogia 109)

Nesta 109ª semana, foi o Amândio quem sugeriu chá ao Luís e a mim...
Usei chá de jasmim para este pudim chalado.


Poderia ter usado outro chá qualquer, se este não fosse um dos meus preferidos.


Barrei uma forma com caramelo.


Misturei, com a vara de arames, 2,5 dl de chá com 1 lata de leite condensado, 2 colheres de sopa de maizena, 4 ovos inteiros e 4 gemas.


Deitei a mistura na forma barrada com caramelo.


Levei ao forno, em banho-maria, cerca de 45 minutos.


Desenformei quando ficou morno e levei ao frigorífico.


Ficou um pudim bem simpático, com um leve aroma de jasmim...



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sericaia (Trilogia 105)

Foi o Luís quem disse Alentejo, o que me fez logo pensar na sericaia.
Há quem diga que este doce fofo, com aroma de canela, é oriundo do Brasil e quem diga que é da Índia.
Foram as freiras do convento de Elvas e Vila Viçosa quem o tornou uma tradição alentejana.
Desta vez não faço ideia nenhuma do que virá do norte, pelas mãos do Amândio...


Levei meio litro de leite com um pau de canela, uma casca de limão e uma pitada de sal, ao lume, para ferver.
Deixei-o arrefecer.


Entretanto, bati 6 gemas de ovos com 250 g de açúcar, até obter um creme fofo e esbranquiçado.


Num tacho, aos poucos, misturei 6 colheres de sopa rasas de farinha com o leite, mexendo muito bem.
Juntei o creme de gemas e açúcar.


Levei a engrossar em lume brando mexendo frequentemente.
Retirei a casca de limão e o pau de canela e deixei arrefecer.


Bati as 6 claras em castelo e envolvi-as cuidadosamente no creme.
No tabuleiro de barro, untado com manteiga, fui deitando colheradas do preparado desencontradas: uma no sentido transversal e outra no sentido longitudinal.


Polvilhei abundantemente com canela e levei ao forno quente.


A sericaia cresceu e abriu fendas, como deve ser neste doce de forno.
Deixei arrefecer.


Em Elvas, este doce, é servido com as famosas ameixas da região...
Mas não deixa de ser uma bela sericaia quando não as tem.



quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Quindão (a 99ª Trilogia é do Brasil)

Viajámos os 3, AmândioLuís e eu até ao país irmão, a mando do primeiro...
Por aqui saiu quindão, chegadinho do nordeste brasileiro e mano grande dos quindins.

Misturei, delicadamente, 10 gemas de ovos, 200 g de açúcar, 50 g de coco ralado e 150 ml de leite de coco. 


Untei abundantemente uma forma com manteiga e polvilhei-a com açúcar.
Deitei-lhe o liquido obtido.


Levei ao forno (médio), em banho-maria, até ficar dourado e o coco ralado subir à superfície, na forma.


Desenformei quando ficou morno e levei ao frigorífico até servir.


E é mesmo o mano grande dos quindins, este quindão feito especialmente para gulosos...