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quarta-feira, 22 de março de 2017

Tigelada (Trilogia 167)

Esta 167ª trilogia foi comandada pelo Luís que nos disse «Comeres daqui e dali»...
Saiu uma tri completa com um prato de outros do mar (do Amândio), um prato de carne (do Luís) e, por fim, a minha sobremesa...

A Tigelada é dali, da Beira Baixa, mas come-se por aqui com muito agrado!


Untei um tacho de barro com azeite e levei-o ao forno bem quente.
Entretanto, bati com 1 colher de pau, 7 ovos com 500 g de açúcar amarelo, 1 colher de sopa de mel e a raspa da casca de 1 limão.


De seguida, juntei 2 colheres de sopa mal cheias de farinha e envolvi muito bem 1 litro de leite.
Sem retirar o tacho quente do forno e, com a ajuda de uma concha, deitei-lhe a mistura.


Deixei cozer até ficar com a consistência de pudim  (cerca de 40 minutos).


Servi, cortado em fatias, em tacinhas de barro.


domingo, 11 de janeiro de 2015

Bavaroise de Café

Hoje fiz com gelatina de ananás, mas continuo a preferir a de laranja...


Misturei o pó de uma saqueta de gelatina de ananás com 1 colher de sopa de café solúvel e 5 colheres de sopa de açúcar.
Bati com 5 gemas de ovos e juntei meio litro de leite meio gordo, levando ao lume até levantar fervura (mexendo com a colher de pau).
Retirei do lume, deixei arrefecer e envolvi  as 5 claras batidas em castelo. 
Levei ao frigorífico em forma passada por água fria, de um dia para o outro.
Desenformei.


Ficou bem bom e bonito também!


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Pudim com Vinho do Porto (Trilogia 120)

Nesta 120ª semana (TANTAS!!!!) o Luís quis que visitássemos o Amândio na sua cidade.
Fiquei pela sobremesa, com vinho do Porto (CLARO!!!), para adoçar os 2 companheiros de tris (como se eles precisassem)...


Numa tigela grande, bati muito bem, 11 gemas com 1 ovo inteiro.
Juntei 12 colheres de sopa de açúcar e misturei bem.
Misturei também 3 colheres de sopa rasas de farinha e 1 cálice de vinho do Porto.
Finalmente, adicionei meio litro de leite aquecido, mexendo durante algum tempo com a colher de pau.
Deitei o preparado numa forma barrada com caramelo e levei-o a cozer em banho maria, durante cerca de 1 hora.
Desenformei quando arrefeceu.


Delicioso, ele...


quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Sericaia (Trilogia 105)

Foi o Luís quem disse Alentejo, o que me fez logo pensar na sericaia.
Há quem diga que este doce fofo, com aroma de canela, é oriundo do Brasil e quem diga que é da Índia.
Foram as freiras do convento de Elvas e Vila Viçosa quem o tornou uma tradição alentejana.
Desta vez não faço ideia nenhuma do que virá do norte, pelas mãos do Amândio...


Levei meio litro de leite com um pau de canela, uma casca de limão e uma pitada de sal, ao lume, para ferver.
Deixei-o arrefecer.


Entretanto, bati 6 gemas de ovos com 250 g de açúcar, até obter um creme fofo e esbranquiçado.


Num tacho, aos poucos, misturei 6 colheres de sopa rasas de farinha com o leite, mexendo muito bem.
Juntei o creme de gemas e açúcar.


Levei a engrossar em lume brando mexendo frequentemente.
Retirei a casca de limão e o pau de canela e deixei arrefecer.


Bati as 6 claras em castelo e envolvi-as cuidadosamente no creme.
No tabuleiro de barro, untado com manteiga, fui deitando colheradas do preparado desencontradas: uma no sentido transversal e outra no sentido longitudinal.


Polvilhei abundantemente com canela e levei ao forno quente.


A sericaia cresceu e abriu fendas, como deve ser neste doce de forno.
Deixei arrefecer.


Em Elvas, este doce, é servido com as famosas ameixas da região...
Mas não deixa de ser uma bela sericaia quando não as tem.



sábado, 7 de julho de 2012

Pão Misto no Forno

Já não lembro onde vi, mas se leva queijo e fiambre não me podia escapar...
quem se escapou desta foi mesmo a pescada (desculpem, esta é private joke...).


Barrei o tabuleiro com manteiga e coloquei sobre ela uma camada de fatias de pão de forma.
Sobre cada fatia dispus uma fatia de fiambre e outra de queijo.
Cobri com outra camada de fatias de pão de forma e repeti outra vez, acabando com fatias de pão.
Misturei 1 copo de leite com 1 pacote de natas e 3 ovos inteiros.
Temperei a mistura com sal e pimenta moída e deitei-a sobre o pão.


Levei ao forno até a mistura secar e dourar as fatias de pão.


  
Ficou bom, q.b.!
O pão poderia ter dourado um pouquinho mais no forno...


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pudim do Mosteiro de São Dinis (Trilogia 85)

É já a 85ª trilogia e, nesta semana, eu disse ao Amândio e ao Luís uma expressão mágica de delícias: doces conventuais.
Depois de uma pesquisa que me fez chegar às mãos (e aos olhos) o livro da VI Feira de Doçaria Conventual, editado pela CM de Portalegre, resolvi experimentar este pudim de batata do Mosteiro de São Dinis, também conhecido por Convento de Odivelas.


Este Monumento Nacional situa-se no coração de Odivelas e foi construído entre 1295 e 1305.
Diz a lenda que a sua fundação se deveu a uma promessa do rei D. Dinis que aqui prometeu erguer um mosteiro depois de escapar ao ataque de um urso.
Uma das ocupantes mais famosas do mosteiro foi a Madre Paula, amante de D. João V.
Fruto de diversas ocupações, hoje é um colégio feminino para filhas de militares, o Instituto de Odivelas, encontrando-se sob a responsabilidade do Ministério da Defesa.


Não tem um ar bem tentador?
Para mim teve...


Bati 10 gemas de ovos com 300 g de açúcar até obter uma mistura fofa e cremosa.


Cozi 200 g de batata.
Esmaguei-a com 1 garfo e adicionei-lhe 75 g de manteiga derretida.
Misturei-as muito bem até obter um preparado homogéneo e juntei-o à mistura de ovos com açúcar.
Por fim, juntei 2,5 dl de leite.


Caramelizei uma forma e deitei-lhe o preparado dentro.


Levei a cozer, em banho-Maria durante 1 hora e meia, em forno quente.


Retirei do forno, deixei arrefecer e desenformei para um prato.


E não é que desapareceu num ápice?
Um desassossego de pudim!


quarta-feira, 14 de março de 2012

Natércias (Trilogia 71)

Esta é a trilogia do leite, dita pelo Luís e cumprida pelo Amândio e por mim.
Por aqui saíram as Natércias que não são mais do que queijadinhas do dito cujo tema...


Levei ao lume meio litro de leite com 50 g de manteiga até esta derreter.
Numa taça, misturei 350 g de açúcar com 100 g de farinha.
Juntei 4 ovos inteiros, um de cada vez. batendo bem.
Deitei o leite com a manteiga devagarinho (depois deste ter arrefecido um pouco).
Aromatizei com raspas da casca de 1 limão e deixei repousar por uns 15 minutos.


Entretanto, untei e polvilhei forminhas.
Enchi-as com a massa e levei-as ao forno previamente aquecido.
Desenformei as queijadas depois de frias e polvilhei-as com açúcar.


Não ficaram a dever nada à formosura... ou por culpa das formas ou por culpa de quem as encheu demais...
Podem provar esta e conferir o sabor!!!