Mostrar mensagens com a etiqueta abóbora. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta abóbora. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Pastéis de Gila (Trilogia 75)

Para esta 75ª semana de trilogia com o Amândio e o Luís o tema foi a gila.
Vou confessar que a gila e eu não somos as melhores amigas,  mas até tem alguns doces com ela que me deixam a babar...


Usei 250 g de gila.


Misturei bem a gila com a raspa de 1 limão, 4 gemas de ovos, 1 ovo inteiro e 0,5 dl de vinho do Porto.


Enchi forminhas pequenas, previamente untadas com manteiga e polvilhadas com farinha.


Levei-as ao forno por cerca de 25 minutos.


Desenformei e deixei-os arrefecer.


Verdade que teriam ficado bem mais bonitos se os tivesse colocado em forminhas de papel frisado, mas...
...esqueci de comprar, lol!!!


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Tarte de Abóbora (Trilogia 52)

Esta semana coube-me a mim dizer o tema da trilogia semanal e saiu abóbora.
Espero que o Amândio e o Luís acreditem que afinal há coincidências, lol!!!


Primeiro cozi abóbora num pouco de água e sal.
Escorri-a e esmaguei-a, com um garfo, para obter um puré (cerca de 500 g).


Amassei 250 g de farinha com 100 g de manteiga derretida.
Juntei uma pitada de sal e outra de açúcar.
Fui juntando água, a pouco e pouco, até obter uma bola de massa lisa e despegada das mãos.
Estendi-a com um rolo e coloquei-a, cuidadosamente, numa tarteira polvilhada de farinha.
Levei-a ao forno uns minutos, para cozer.

Numa taça, bati 6 ovos inteiros com 150 g de açúcar.
Acrescentei o puré de abóbora polvilhado com canela em pó,mexendo bem.
Envolvi ainda um pacote de 200 g de natas.
Deitei esta mistura sobre a massa da tarte.


Levei ao forno quente por 10 minutos.
Baixei um pouco a temperatura e deixei cozer por mais uns 30 minutos
Retirei do forno, deixei arrefecer e enfeitei com umas meias nozes.


Que maçã e canela combinam divinamente, todos sabemos, mas abóbora e canela não lhe ficam a perder aos pontos... ainda tem a vantagem de cheirarem a Natal.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Moranga (Abóbora) Caramelada

Lembram-se de eu ter feito a Galinha Gaúcha no intercâmbio culinário com a Talula?
Ela deu-me, como sugestão de acompanhamento, uma moranga caramelada que eu não fiz (aposto que conseguem adivinhar porquê)...
Mas de hoje não passou: foi Domingo de Galinha Gaúcha com Moranga, pois foi!!!
Vamos ver?
A colega AT trouxe-me uma mini abóbora do Algarve.
Ficou logo com o destino marcado...

Comecei por arranjá-la (estou a mentir, quem a arranjou foi a Elsa que hoje esteve no papel de cobaia principal, lol!!!).

Lavou bem a casca da abóbora, descascou-a, limpou-a de sementes e cortou-a ao meio.

Por esse motivo, ao cortar em fatias, ficámos com meias luas grossas, em vez de rodelas como pedia a Talula.

Coloquei no fundo de um tacho e cobri o fundo com água.

Levei ao lume no mínimo.

Por cima, deitei uma chávena de açúcar, espalhando sobre os pedaços de abóbora.

Tapei o tacho, deixando uma pequena abertura.
Passada meia hora, espreitei e verifiquei que a abóbora começava a caramelar, ainda com muita água no fundo do tacho.
Polvilhei, então, com mais um pouco de açúcar e agitei o tacho, sem mexer.

Deixei caramelizar mais um pouco, até desaparecer toda a água e a abóbora ficar com uma bonita cor dourada.

As cobaias gostaram, o que para mim é muito importante... Ah, e eu também!

Beijinhos para Porto Alegre.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Creme Veludo

Mesmo com este calor todo, a sopinha continua a ser Rainha aqui em casa!
(pelo menos, ao Domingo à noite)...

Numa panela, coloquei 1 fio de azeite, 3 dentes de alho, a parte branca e verde clara de 1 alho francês aos pedaços, 2 cenouras às rodelas, 1 batata cortada aos cubinhos, 1 courgette às rodelas (parcialmente descascada) e 1 pedaço de abóbora aos cubos.

Temperei com sal e cobri com água.

Tapei a panela e deixei cozer 15 minutos.

Passei com a varinha mágica, para obter um creme lisinho e juntei umas folhinhas de hortelã.

Chamei-lhe Veludo, porque acho que é a sensação gustativa que a courgette lhe dá, concordam?


segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Sopa de Feijão com Abóbora


Quando tenho de fazer sopa, vou sempre espreitar o blog da Risonha ou o da Romy para ver se me inspiro...

Sopa não é o meu forte, definitivamente!

Cozem-se, na panela de pressão, 500gr de feijão catarino, já demolhado, junto com uma cebola grande, 300 g de abóbora e sal (a água deve cobrir o feijão, mas não deve ultrapassar dois terços da capacidade da panela).

Quando está cozido (mais ou menos 20 minutos depois de a panela apitar), retiram-se 2 conchas de feijão e reservam-se.

Reduz-se a puré, com a varinha mágica, os legumes que ficaram na panela.

Acrescenta-se a água necessária, para obter um bom creme, junta-se o feijão reservado e uma mão cheia de arroz.

Leva-se novamente ao lume e deixa-se cozer bem, mexendo de vez em quando para não pegar.

Depois de tudo bem cozido, rectificam-se os temperos e juntam-se 2 colheres de sopa de azeite.

Umas folhinhas de hortelã ficam sempre bem!

terça-feira, 17 de julho de 2007

Sopa de Feijão Verde com Segurelha

Aprendi a gostar desta sopinha numas férias em Monsanto, na Beira Baixa.

É uma normalissima sopa de feijão verde que leva um pormenor: a segurelha (é uma erva aromática de cheiro intenso e agradavel e que dá um sabor único e especial a esta sopa).
A Branca, colega do Petiscos, fez-me lembrar (das férias e da sopa).

Numa panela pomos a cozer 1 cebola grande, 2 ou 3 dentes de alho, um pedaço de abóbora, 2 ou 3 cenouras, 5 ou 6 batatas, 1 tomate, sal e azeite. Juntei também três folhas de alface que andavam perdidas pelo frigorifico...



Quando estão cozidos batemos tudo com a varinha e acrecentamos feijão verde e cenoura cortados aos bocadinhos (costumo comprar um saquinho na praça).
Deixamos cozer e quase no fim acrescentamos um raminho de segurelha (pouca, porque o sabor é muito intenso).
Quente, morna ou mesmo fria sabe sempre bem...