Decretou o Luís que a alheira reinasse nesta 20ª trilogia de quarta-feira. O Amândio e eu lá nos desembrulhámos da tarefa!!!! E não me pareceu nada mal...
E porque não caçar dois coelhos de uma só vez?
Os rissóis, que iam sair de camarão, saíram de alheira..
E (sem falsa modéstia...) que bons ficaram!
Primeiro, fiz a massa:
coloquei, num tacho e, levei ao lume, 1 chávena de água com 1 pitada de sal, 1 colher de sopa de manteiga e 1 casquinha de limão.
Quando a água ferveu, retirei a casquinha de limão e o tacho do lume.
Deitei, de uma só vez, 1 chávena e meia de farinha (sem fermento) e mexi rapidamente, com a colher de pau.
Voltei a colocar o tacho no lume, durante uns dez segundos, até a massa cozer e se despegar do fundo do tacho.
Despejei-a na pedra da cozinha e, depois de arrefecer um pouco, trabalhei-a com as mãos até se tornar lisa e elástica.
Para o recheio, tirei a pele a uma alheira.
Cozi 1 peito de frango em água temperada com sal e umas rodelas de cenoura.
Piquei-o juntamente com uns pezinhos de salsa e misturei-o com a massa da alheira, com a ajuda de 1 garfo e algum caldo de cozedura do frango.
Estiquei a massa com o rolo, coloquei 1 colher de sopa cheia de recheio, dobrei e cortei com o rebordo de um copo largo.
Passei-os por ovo batido, pão ralado e...
...fritei-os em óleo quente.
Para lhes fazer companhia, fiz um arroz de cogumelos, açafrão e salsa.
Com esta trilogia acabou, por aqui, a era AR (antes dos rissóis) e começou a era DR (depois dos rissóis)...
E agora será bom que o Amândio se despache a fazer o ditado, que outros valores mais altos se levantam...