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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Sopa de Feijão

Começou o frio... uma sopinha de feijão, assim entulhada, sabe sempre bem.


Cozi feijão manteiga, previamente demolhado, em água, sal e um pedaço de salpicão,
Passei cerca de metade que reservei dentro do caldo e juntei-lhe os restantes inteiros.
Numa panela, deitei 1 fio de azeite, duas batatas e 1 nabo em cubinhos, 2 cenouras em rodelas e deixei-os rebolar só um pouquinho.
Juntei o caldo de cozer os feijões e os que ficaram inteiros, o salpicão cortado em meias rodelas e a rama do nabo em pedacinhos.
Deixei que todos cozessem.

Comemos assim, bem quentinha…

domingo, 10 de novembro de 2013

Cozido (Trilogia 158)

Completam-se hoje, dia 10 de novembro, três anos do que chamámos de trilogias (o Amândio, o Luís e eu).
Será também hoje que encerraremos esta aventura semanal de cumprirmos o mesmo tema todas as quartas feiras.
É tempo de pausa...


E, como não podia deixar de ser o tema hoje é «Os afetos» (já que a amizade e a cumplicidade acabaram inevitavelmente por se envolver nestas tris). 
Eu fiz um cozido, pois é o prato que tenho mais presente nas minha memórias de sempre e me liga aos afetos do passado e presente..


Cozi couves (lombarda e portuguesa), batatas, nabo e cenouras.
Escorri e reservei.
No mesmo caldo cozi carne de vaca, entrecosto, 1 chispe (sem unha) e 1 orelha de porco.
À parte cozi chouriço,  farinheira e morcela.


Escorri mal  e servi bem quente.


Podem vir que quando faço cozido dá sempre para quem chega...



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Saladinha (provável) de Petingas (Trilogia 87)

Os meus companheiros de trilogia, às quartas, gostam de brincar!
Na semana passada, o Luís atirou com improvável, logo o Amândio respondeu com um provável...
E eu que me desembrulhe destas propostas «quase» filosóficas!
lolol...


Nada mais provável cá em casa se eu chegar tarde e me prepararem o jantar (coisa rara de acontecer, mas possível...).
É uma saladinha de feijão frade com cenouras, nabo e ovo cozido... e uma lata de petingas de conserva em azeite.
No final, um fio de azeite, uns borrifos de vinagre e umas folhinhas verdes a salpicar (salsa ou coentros).
O nabo é o segundo provável desta não história: ele  faz toda a diferença e até se torna uma companhia indispensável para as petingas, tornando-se bem provável a sua entrada nesta dança.


Foi um final saboroso para um dia comprido e quente, daqueles que parecem não acabar... 

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Jardineira (Trilogia 78)

Hoje é dia de trilogia, a 78ª... e o tema é o feijão verde.
Deste vez foi o Amândio quem disse a mim e ao Luís que isto dos temas semanais não tem muito que se lhe diga... são como as pescadinhas de rabo na boca. 


Cobri o fundo de um tacho largo com azeite, deitei-lhe 3 dentes de alho esmagados, 2 cebolas novas cortadas em gomos e 7 rodelas de salpicão (por acaso era de Trancoso).


Logo de seguida, juntei e deixei rebolar um pouco 3 tomates maduros aos pedaços, meio pimento verde e meio pimento vermelho em tiras.


Depois foi a vez de 600 g de cubos de carne de vaca e de  3 cenouras às rodelas.
Temperei com sal, pimenta preta moída e pozinhos de pimentão doce.
Reguei com meio copo de vinho branco, tapei e deixei ficar sobre lume brando uns 45 minutos.


Destapei o tacho, acrescentei um pouco de água quente e, quando esta ferveu, juntei 1 nabo e 6 batatas cortados em cubos. 
Tapei o tacho mais 10 minutos.


Foi então que aconteceu a entrada triunfal do rei desta semana: feijão verde arranjado e cortado em tiras.
Contei mais 3 minutos com o tacho tapado.


O molho apurou ainda um pouco.


Ficou:
uma carne bem tenra e apurada (e muito bem acompanhada) a contrastar com um feijão verde bem rijinho e até crocante.
E quem não gosta de uma boa jardineira???



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

(Este) Cozido (Trilogia 62)

Esta semana quis o Luís que comêssemos cozido... nada que o Amândio e eu não achássemos uma excelente ideia!


Para mim cozido não tem receita, em cada cozinha se faz com os ingredientes que se preferem.
Este foi assim:
Cozi carne de vaca, um chispe (sem a extremidade da unha) e um pedaço de entrecosto, em água e sal (o chispe e o entrecosto ficaram com sal de um dia para o outro).
Quando a carne ficou bem cozida retirei-a, escorrendo-a e, no mesmo caldo, cozi uma couve portuguesa, meia couve lombarda, umas cenouras, umas batatas e um nabo com rama.


À parte, cozi um chouriço, uma morcela e uma farinheira.


Cortei as carnes em pedaços e os enchidos em rodelas.
Servi-os na companhia dos vegetais.


Esta 62ª foi uma trilogia de festa a agradar a toda a gente da casa...
Afinal quem não gosta de um bom cozido?