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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Tapas de Queijo e Nozes

A marca Gran Capitán lançou um queijo para tapas, curado e cortado em fatias, com sabor, aroma e textura especialmente agradáveis.
Recebi, há poucos dias, uma simpática amostra deste queijo e resolvi usá-lo numa espécie de tapa que resultou numa deliciosa entrada quente, própria para gulosos.

Cá está ele, o senhor queijo...


Torrei, no grelhador, fatias de pão de Mafra, só de um lado e deixei que arrefecessem.


Cortei 100 g de queijo Gran Capitán em lasquinhas.


Derreti uma colher de sopa de manteiga, retirei do lume e juntei as lascas de queijo.
Mexi com a colher de pau até obter uma pasta cremosa que temperei com pimenta rosa e verde moídas.
Barrei o lado não torrado das fatias de pão com esta pasta de queijo.
Salpiquei com nozes picadas.


A embalagem de queijo tinha 230 g...
Alguém adivinha o que aconteceu às outras 130???
lolololol



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Cogumelos Fritos (Trilogia 100)

E chegámos à 100 ª semana de trilogias, após quase dois anos ininterruptos do que começou por ser uma quase brincadeira de 3 estarolas...
Hoje é dia de celebrarmos... dia de festa... entre Lisboa e Porto.
Faremos um jantar tripartido, mas que se complementará.
A mim coube-me a entrada (não se deixem enganar pelas fotos, já que os cogumelos ficaram para lá de muito bons), ao Luís o prato principal (será um delicioso polvo) e ao Amândio a sobremesa (imagina-se a maravilha que virá do norte). 

Limpei bem 500 g de cogumelos e parti-os ao meio.
Piquei 50 g de barriga fumada, 5 dentes de alho e salsa.
Misturei meia chávena de pão ralado e envolvi bem.
Temperei com sal fino  e pimenta moída


Numa frigideira larga, fritei os cogumelos em 5 colheres de sopa de manteiga.


Sobre eles deitei a mistura de barriga fumada, alho, salsa e pão ralado.
Deixei ficar sobre lume brando, com a frigideira destapada, agitando-a de vez em quando.
No final, já fora do lume, reguei com o sumo de meio limão.
Servi com rodelas de limão, cortadas em meias luas.


E o pontapé de saída está dado... 
Espero que os meus companheiros trilógicos gostem tanto quanto eu desta camada crocante e saborosa que se formou em torno dos cogumelos...



quarta-feira, 20 de junho de 2012

Pudim do Mosteiro de São Dinis (Trilogia 85)

É já a 85ª trilogia e, nesta semana, eu disse ao Amândio e ao Luís uma expressão mágica de delícias: doces conventuais.
Depois de uma pesquisa que me fez chegar às mãos (e aos olhos) o livro da VI Feira de Doçaria Conventual, editado pela CM de Portalegre, resolvi experimentar este pudim de batata do Mosteiro de São Dinis, também conhecido por Convento de Odivelas.


Este Monumento Nacional situa-se no coração de Odivelas e foi construído entre 1295 e 1305.
Diz a lenda que a sua fundação se deveu a uma promessa do rei D. Dinis que aqui prometeu erguer um mosteiro depois de escapar ao ataque de um urso.
Uma das ocupantes mais famosas do mosteiro foi a Madre Paula, amante de D. João V.
Fruto de diversas ocupações, hoje é um colégio feminino para filhas de militares, o Instituto de Odivelas, encontrando-se sob a responsabilidade do Ministério da Defesa.


Não tem um ar bem tentador?
Para mim teve...


Bati 10 gemas de ovos com 300 g de açúcar até obter uma mistura fofa e cremosa.


Cozi 200 g de batata.
Esmaguei-a com 1 garfo e adicionei-lhe 75 g de manteiga derretida.
Misturei-as muito bem até obter um preparado homogéneo e juntei-o à mistura de ovos com açúcar.
Por fim, juntei 2,5 dl de leite.


Caramelizei uma forma e deitei-lhe o preparado dentro.


Levei a cozer, em banho-Maria durante 1 hora e meia, em forno quente.


Retirei do forno, deixei arrefecer e desenformei para um prato.


E não é que desapareceu num ápice?
Um desassossego de pudim!


quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cheguei,,,

E agora só falta uma semanita para queimar os últimos cartuchos e voltar à rotina...
Vai passar tão depressa!!!

Andei de funicular...

Fui até ao passado:


Descansei na beira de um rio...

Voltei à Idade Medieval!

Fui à festa do meio dia...

...e à da meia noite também.

Já no regresso, esta deliciosa descoberta:

E cá estou, com uma big crise de preguicite aguda... que me há-de passar!

terça-feira, 27 de julho de 2010

27 de Julho

Não, não é uma miragem, apesar deste calor todo...
É mesmo a minha amiga Elsa a consultar um mapa!
Lol lol lol!!!!!!
Bom, mesmo de verdade, foi as nossas estradas da Vida se terem cruzado um dia...
Beijinho grande de Parabéns!!!


terça-feira, 6 de julho de 2010

Camarões Grelhados

Domingo à noite, o jantar costuma ser uma sopa...
... mas como não há regra sem excepção...
Desta vez saíram estes.

Coloquei os camarões (grandões) a descongelar, uma três horas antes de os preparar.

Descasquei-os, deixando só os rabinhos.
Temperei-os com umas pedrinhas de sal. rodelinhas de alho e meias luas de limão.
Deixei-os tomar sabor durante uma meia hora.

Coloquei-os no grelhador.

Entretanto coloquei azeite quente, alhos e um molho de coentros numa travessa.

Deixei-os passar bem dos 2 lados.

Coloquei-os sobre o azeite aquecido na travessa e deixei-os absorver o sabor, dos 2 lados.

Digam lá que não há excepções à regra, bem deliciosas...
Alex, podes rapinar 1 ou 2 que não me esqueci que hoje é o teu dia!
E... gosto de ti, tu sabes...
PARABÉNS!!!!



quarta-feira, 23 de junho de 2010

Nossa Amizade, um Tesouro!

A marota da Xunandinha lançou-me este desafio...
É para completar a frase:

«A Amizade é...» estar presente, mesmo na ausência, conseguir falar, mesmo no silêncio e entender sem explicações...

Para mim, quem devia ganhar era alguém que não tem blog, por isso não vou dizer o nome...
Se ela vier aqui, vai saber, porque é minha Amiga!


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Frango assado à Célia

Quando fiz este frango sobrou a outra metade, se é que se pode chamar metade...
desta vez tinha os dois peitos e asas.
A culpa é duma alentejanita chamada C que trouxe com ela este paio maravilhoso...


Este foi o resultado:


Simples, mais simples, não podia ser.
No tabuleiro de barro, coloquei azeite, alhos esmagados, cebolas novas cortadas ao meio, o meio frango aos pedaços e batatinhas cortadas aos cubinhos.
Salpiquei com sal, pimenta preta e pimentão doce.
Borrifei com brandy.
Nos espacinhos livres, introduzi meias rodelas daquele paio maravilhoso que fez a viagem do Alentejo até à minha cozinha.


Levei ao forno quente até tudo ficar bem assado e os sabores se fundirem.


E não pensem que foram só os sabores que se fundiram...
Devia ser possível enviar-vos os aromas que se espalharam por toda a casa.
Percebiam logo do que estou a falar...



sábado, 13 de março de 2010

Blog Mágico

A Xunandinha passou-me este desafio de completar a frase:
Magia é... podermos recomeçar todos os dias!!!!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Açorda de Bacalhau e Camarão

Não, hoje não vou escrever esta receita maravilhosa...
Quem quiser saber, vai ter de navegar até ao «Outras Comidas»!
Vale bem a pena, vão ver...

Segui todos os passos, cuidadosamente, que as dicas do Luís são, para mim, preciosas...
Só não consegui tempo para levar as cabeças e as cascas dos camarões ao lume, durante 60 minutos.
O resultado superou em muito o esperado.
É uma combinação de sabores e texturas incrivelmente boa!
E, como diz Camões: «Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades...», esta foi a primeira açorda que fiz sem juntar ovo.

Obrigada Luís, por este jantar tão especial, numa simples 2º feira.
Beijinho para ti...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010 está à porta...

... e vai entrar!

Não te preocupes com o que já foi... já não pode mudar.
O FUTURO é o que nos interessa!
É ele quem desperta a esperança em dias melhores...

FELIZ 2010!!!!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Arroz/Risotto de Cogumelos Secos

Será arroz, será risotto?
Muito bom, era de certeza, com um sabor caracteristico...
Malandrinho também, porque é assim que gostamos dele.
Tudo começou quando a colega e amiga MZ me ofereceu um saquinho de cogumelos secos.
Como, para mim, eram novidade absoluta, recorri aos conselhos sábios do amigo Luís Pontes sobre a melhor maneira de os preparar.

Coloquei-os de molho em água fria, durante umas 8 horas.
Mudei a água 3 vezes.
Só guardei a última (as duas primeiras eram muito castanhas e com um cheiro muito intenso, quase desagradável).

No tacho de barro preto coloquei azeite e dentes de alho e deixei aquecer, até dourarem ligeiramente.

Juntei os cogumelos, demolhados e escorridos e deixei que se embebessem no azeite.
Juntei também 2 chávenas de chá de arroz carolino, envolvendo bem.

Depois fui juntando a ultima água de demolhar os cogumelos, que entretanto, aqueci.
Fui sempre mexendo para não deixar secar e juntando mais água quente, sempre que necessário.

Para acompanhar este belo arroz, panei e fritei uns bifinhos de peito de frango.

Um beijinho especial de Bom Ano Novo para a MZ!
Se contares... conta comigo!